quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Eu, Etiqueta

A aula de hoje será relatada pela aluna Dayana. Uma menina esperta e falante, mas que a cada dia melhora seu comportamento e se torna uma aluna melhor.
"Na aula de hoje usamos o caderno de produção textual. A professora Jaline fez uma dinâmica com a turma muito legal. A professora dizia um produto e nós o relacionavámos a uma marca. Por exemplo: refirigerante: Coca-Cola.
Depois a professora distribuiu um poema de Carlos Drummond de Andrade com o título: Eu, Etiqueta e depois de explicá-lo passou um dever sobre a interpretação desse poema.
E assim terminou mais uma aula de Língua Portuguesa..."
Beijos, tchau!!!
Dayana Fernandes

O POTE TRINCADO...

  
    No retorno às aulas, a professora Jaline propôs uma atividade de reflexão aos alunos a partir da leitura do texto: O pote trincado. Que tal conhecê-lo?
  "Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.
   Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
   Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
   Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.
   Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarda, o pote falou:
   -Estou envergonhado e quero lhe pedir desculpas. Por causa do meu defeito você não ganha o salário completo.
   O homem ficou triste pela situação do velho pote e lhe pediu que quando retornassem para casa, o pote observasse as flores ao longo do caminho.
  De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado foi notando as flores selvagens pelo caminho. Cada uma mais linda que a outra.
  Ao chegar ao seu destino, o homem falou ao pote:
  -Você notou que pelo caminho só havia flores ao seu lado? Pois, eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava.
  -Por dois anos eu colher estas lindas flores para ornamentar a mesa do meu chefe. Sem você ser do jeito que você é, eu não poderia ter esta beleza de flores para dar graça ao palácio do meu senhor."
 REFLEXÃO: " Cada um de nós tem nossos próprios defeitos. Todos somos potes rachados. Porém, se soubermos reconhecê-los, poderemos transformá-los em algo bom. Das nossas fraquezas podemos tirar forças para sermos melhores.
  Mais um semestre se inicia. Espero que você possa saber reconhecer seus defeitos enquanto estudante e transformá-lo em algo bom na sua vida escolar. Procure dar sempre o melhor de si. Não se contente com tão pouco. Você pode se superar sempre. Basta dedicação!
  Bom retorno aos estudos.
  Que tenhamos um semestre de muito conhecimento e aprendizagem."
  Carinhosamente,
                                       Professora Jaline

segunda-feira, 5 de julho de 2010

OFICINA 11: ASSIM FICA MELHOR

Esta aula será relatada pela aluna Fernanda. Uma menina amável, simpática... e que não para sentada!"
"Na aula de hoje, a professora Jaline deu a 11ª oficina, que no caso, foi a última oficina da Olimpíada. Na sala de aula, ela nos explicou como se faz uma bela crônica e passou no quadro um exemplo de aprimoramento da escrita. Disse como reescrever uma crônica, não usando ou repetindo as mesmas palavras, falou que a escrita é um processo, cheio de vai e vem e que nós mesmos, podemos reformular nossas ideias, pensamentos, podemos corrigir erros gramaticais, podemos substituir palavras quando necessário."

OFICINA 10: OFÍCIO DO CRONISTA

Nesta oficina a professora relembrou com os alunos a situação de comunicação : Quem diz? Para quem diz? Por que diz? Como diz?... e em seguida, solicitou aos alunos que criassem a 1ª versão de uma crônica valorizando as aprendizagens conquistadas no decorrer das oficinas.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

TEXTO COLETIVO

REQUiESCAT IN PACE
"Um morador de rua chamado Bahia, cujos moleques o apelidaram de "Pé de pato" bateu as botas. Do nada, ele apareceu em nossa pequena cidade e não se sabe ao certo de onde veio, o que fazia anteriormente, se tinha família ou profissão.
No seu cotidiano, trabalhava como catador de materiais recicláveis. A origem do apelido Pé de pato surgiu pelo fato de se achar que ele possuia problemas mentais e ainda, por ter os pés chatos.
Como habitava nas calçadas de Japuíba não tinha condições de vida adequadas: faltava-lhe higiene, alimentos...
Um fato a destacar é que junto com outros moradores de rua, bebia muito. Vivia pedindo um "dinheirinho". Não se sabia se era para comer ou tomar cachaça. Como consequência dessa vida desregrada Bahia adoeceu, foi hospitalizado e em maio de 2010 cerrou os olhos moribundos.
Esta crônica seria apenas mais uma narração de um final triste de um mendigo, contudo, o intrigante é que após a sua morte, de repente, tornou-se uma celebridade mais comentada do que a morte do astro Michael Jackson. Sua história agora é lembrada nos jornais da cidade, muros e postes, nos trabalhos escolares...
O mistério é que o sentimento humano é paradoxal. Vivo, o desprezamos. Morto. o homenageamos. "

quinta-feira, 24 de junho de 2010

OFICINA 9: MUITOS OLHARES, MUITAS IDEIAS"

O aluno que será hoje o relator da aula é Leandro. Um rapaz estudioso e responsável. Dava para ser jogador de basquete pela sua altura!!! Mas, com certeza, qualquer que seja a profissão escolhida, vai se dar bem pela sua competência.
"Nossa aula começou com a correção do dever de gramática, depois teve início a Nona oficina: "Muitos olhares, muitas ideias". Nela escolhemos um tema para nossa crônica coletiva.
Tivemos várias sugestões de temas para escolher, como: "Protestos na RJ 116"; "Governo investe 130 milhões em Cachoeiras de Macacu" e outros, mas a maioria dos alunos escolheu como assunto a morte de Bahia "Pé de pato". Fizemos uma crônica em que falamos da falta de informações sobre a vida dele. Como ele chegou em Japuíba? Dúvidas que não puderam ser respondidas. E também falamos do tamanho da fama que ele ganhou e das homenagens que ele recebeu. Nossa crônica ficou muito legal. Digamos que cada um colaborou com um trecho da crônica: Requiescat in pace". Participaram "todos" dando suas ideias para fazer o texto. 
Uma aula bem divertida e participativa foi a de hoje." 
Leandro

segunda-feira, 21 de junho de 2010

AULA DE REVISÃO PARA PROVA


A aula de hoje será relatada pelo aluno Emanoel Calandra. Um menino "gente boa", mas que anda bastante falante nas aulas.
"A aula de hoje foi iniciada com a correção do dever do livro e em seguida, com a correção da atividade do caderno de produção textual.  Após a correção, a professora Jaline passou várias atividades com tiras em quadrinhos para revisar os contéudos sobre orações subordinadas adverbiais. Contudo, no decorrer da aula, alguns alunos não pararam de conversar (Francisco, Emanoel, Hebert, Rosiney, Carol, Nadine) e assim terminou a aula. "
Emanoel Calandra